Flagelo dos incêndios exige respostas urgentes

bombeiros_covilha.jpgSTAL MANIFESTA PESAR POR MORTE DE BOMBEIRO

O STAL manifestou profundo pesar pela morte do seu associado Pedro Miguel Jesus Rodrigues, dia 15 de Agosto, quando combatia um incêndio no concelho da Covilhã.

No voto de pesar que endereçou à família e à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, o Sindicato, amplamente representativo deste sector de protecção civil, expressa «as suas mais sentidas condolências e solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho» do bombeiro falecido.

icon A CGTP, em nota enviada à imprensa, solidariza-se com os Bombeiros Portugueses neste momento de luto.

icon EPSU manifesta soldidariedade para com bombeiros portugueses 

Na missiva, o STAL enaltece o papel destes «homens e mulheres que durante horas a fio, e a troco de nada, se dispõem a defender incondicionalmente os seus concidadãos e respectivos bens, deixando para trás as suas famílias e empregos e pondo em risco as suas próprias vidas».

Efeitos da política de desastre

Lamentando «a perda de um homem que desempenhava a nobre função de bombeiro profissional na salvaguarda e socorro de pessoas e bens», o Sindicato recorda que há muito se bate por um amplo conjunto de propostas, que visam regulamentar as condições de trabalho no sector, promover a formação e dignificar e valorizar a carreira de bombeiro profissional.

O STAL condena a atitude arrogante e antidialogante do Governo nesta matéria, e responsabiliza-o pelas consequências das suas políticas nefastas, que têm asfixiado financeiramente as corporações de bombeiros – provocando o despedimento de milhares de profissionais – e negado os recursos necessários ao cumprimento da sua missão.

A enorme devastação que mais uma vez os incêndios estão a provocar no País é a demonstração cabal do rotundo fracasso das políticas de Passos/Portas também nesta área.

Neste quadro, o STAL considera que só com a derrota da coligação PSD/CDS-PP e uma efectiva mudança de políticas será possível tomar medidas de fundo neste sector crucial da protecção civil – quer no plano da prevenção e combate às chamas, quer ao nível da organização e dos meios técnicos e humanos ao seu dispor – capazes de atenuar e evitar os incalculáveis prejuízos e irreparáveis sofrimentos que ano após ano são causados às populações.

  • Legislação relativa à Protecção Civil e Bombeiros

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