Responsive Layouts

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Cerulean's responsive grid system is designed for desktop, tablet and smartphone systems, each with minor modifications to ensure compatibility in each mode. The table above shows the breakdown of screen resolutions and associated devices, and what layout characters are then applied to each.

Responsive Classes

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Another useful feature available, via Bootstrap, is the collection of responsive utility classes that can be used to help tweak layouts by providing a simple method of showing or hiding modules. Insert the above module class suffixes into your settings to show/hide a module for a particular mode.

Media Queries

In terms of media queries, the breakdown is:

/* Smartphones */
@media (max-width: 480px) { ... }

/* Smartphones to Tablets */
@media (min-width: 481px) and (max-width: 767px) { ... }

/* Tablets */
@media (min-width: 768px) and (max-width: 959px) { ... }

/* Desktop */
@media (min-width: 960px) and (max-width: 1199px) { ... }

/* Large Display */
@media (min-width: 1200px) { ... }

Navigation

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For mobile devices, there are two options, a dropdown panel menu with items in a tree format or a select box using the browsers own UI elements. Chose a format in the template's menu settings.

The Dropdown Menu is a CSS driven dropdown menu, offering such features as multiple columns, inline icons, subtext, modules and positions, custom column widths, item distribution and menu offsets.

SplitMenu displays 1st level items in the navigation bar and children in the Sidebar.

Proposta de baixa do IRC à custa de despedimentos no sector público

REUNIÃO DA CONCERTAÇÃO SOCIAL , CPCS (31 JULHO 2013)

O grande objectivo desta reforma, em discussão pública até 20 de Setembro, não visa criar mais emprego, mas aumentar os lucros das empresas cotadas na bolsa. Segundo um estudo do BPI a redução do IRC para 19% levaria a uma subida dos lucros destas empresas até 15%, em 2018.

 

Esta é uma situação tanto mais escandalosa quando a esmagadora maioria das grandes empresas pagaram uma taxa média efectiva de IRC de 17% em 2011, sendo que as empresas com um volume de negócios superior a 250 milhões de euros se ficaram pelos 15%.

Acresce que a proposta agora apresentada pelo Governo levaria a uma perda acumulada de receita fiscal até 2018 de – 1.223 milhões de euros. Confrontado pela CGTP-IN sobre como compensaria esta quebra fiscal, o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais foi peremptório: reduz-se na despesa pública! O mesmo é dizer despedem-se dezenas de milhares de trabalhadores na Administração Pública e corta-se, para já, 4,7 mil milhões na despesa social, ou seja, nos serviços públicos, na Saúde, na Educação e na Segurança Social, para garantir o aumento dos lucros das grandes empresas.

No momento em que os trabalhadores e os reformados são esmagados pelo aumento dos impostos é inadmissível que o Governo invente uma reforma do IRC para acentuar a concentração da riqueza e aumentar as desigualdades.

Para a CGTP-IN a questão de fundo assenta na necessidade da realização de uma verdadeira reforma fiscal que combata a injustiça fiscal, trate de uma forma séria e articulada os diversos impostos (IRS, IVA, IMI, IRC), ataque a fraude e evasão e assegure uma justa taxação do capital.

O grande problema do país não radica no IRC. Radica na recessão económica e na redução dramática da procura interna. Ponham o país a produzir, aumentem os salários e as pensões e o consumo sobe, as empresas vendem mais, o emprego aumenta e melhoram as receitas fiscais e as contribuições para a Segurança Social.


GOVERNO, PATRÕES E UGT APOSTAM EM PERPETUAR A PRECARIEDADE

O prolongamento da renovação extraordinária dos contratos de trabalho a termo por mais 12 meses, confirma a aposta dos três subscritores deste triste compromisso na continuação e acentuação do modelo de baixos salários e trabalho precário.

Esta é uma situação inadmissível tanto mais, que a esmagadora maioria destes trabalhadores com vínculo precário estão a ocupar postos de trabalho permanentes.

A questão não é, como alguns referem, escolher o mal menor entre o desemprego e a precariedade. A questão de fundo é pôr termo a uma política que quer fazer da excepção de ontem, a regra de hoje, baseada na escravização económica e psicológica dos trabalhadores, no plano profissional, pessoal e familiar.

Em Junho, 81% das colocações efectuadas pelo Centros de Emprego, foram celebradas com contrato a termo. Neste mês a média dos salários foi de 622 euros para os contratos permanentes, sendo que os contratos a termo não ultrapassaram os 550 euros. Se acrescentarmos o facto do IEFP continuar a anunciar ofertas de empregos para engenheiros (com experiência de 12 anos de actividade) a troco de um salário de 485 euros, então o nível da ofensiva da exploração e da desvalorização das profissões e dos trabalhadores ainda fica mais claro.

Num processo previamente preparado pelos três intervenientes, fora da CPCS, a reunião de ontem não passou de uma encenação para dar cobertura a mais um negócio vergonhoso contra os trabalhadores em geral e os jovens em particular.

Tal facto, para além de exigir a denúncia e responsabilização de quem se prestou a mais esta vassalagem perante o Governo e o patronato, exige de todo o MSU uma intervenção ainda mais activa no combate à precariedade e à exigência da passagem dos trabalhadores com vínculo precário ao quadro de efectivos das empresas e serviços.

Mesmo em tempo de férias, este é um trabalho que não podemos deixar de fazer. Por nós, pelas gerações, pelo futuro de Portugal.