As várias acções de luta realizadas – desde desfiles na rua, a concentrações, plenários e greves – demonstram que os trabalhadores e as estruturais sindicais – nomeadamente os dirigentes, delegados e activistas do STAL – estão em alerta e mobilizados para defender os seus direitos e não permitir que o patronato aproveite qualquer oportunidade para aumentar a exploração e o empobrecimento dos trabalhadores.
Os trabalhadores e os sindicatos reiteram que os seus direitos não estão suspensos, defendem que é urgente inverter o modelo de baixos salários e trabalho precário para responder aos problemas do País e ao seu desenvolvimento, e que é necessário que se valorize o trabalho e os trabalhadores, nomeadamente com o aumento dos salários e emprego com direitos.
Em Lisboa, a manifestação partiu do Cais do Sodré ao início da tarde, em direcção à Assembleia da República, encerrando com uma intervenção da Secretária-Geral da CGTP, Isabel Camarinha.
