Trabalhadores da Administração Pública “chumbam” políticas do Governo!

NÃO CRUZAMOS OS BRAÇOS!

Tendo em conta o actual quadro político e a forte determinação revelada pelos trabalhadores na defesa dos seus direitos e das suas exigências, estas duas grandes acções de protesto ganham ainda maior importância ao reafirmar que os trabalhadores recusam-se a cruzar os braços e não abdicam de exigir resposta à Proposta Reivindicativa Comum para 2022, apresentada pela Frente Comum ao Governo, mostrando-se unidos e mobilizados para prosseguir a Luta pela valorização do seu trabalho, por mais direitos, pelo fim da precariedade e melhores salários, que dignifiquem o trabalho e a vida de quem trabalha.

 

A LUTA VAI CONTINUAR!

Nos locais de trabalho e nas ruas, seja no âmbito de acções específicas promovidas pelo STAL, seja no plano das acções de luta promovidas pela Frente Comum e pela CGTP, a luta dos trabalhadores vai continuar pelos avanços nos seus direitos e pela concretização das suas reivindicações, designadamente o aumento de 90€ para todos; salário mínimo de 850€; correcção da Tabela Remuneratória Única; subsídio de refeição de 7,50 euros; revogação do SIADAP; criação e regulamentação do Suplemento de Insalubridade, Penosidade e Risco; erradicação da precariedade; direito à contratação colectiva; e a reposição das contribuições para a ADSE para 1,5% sobre 12 meses.

A materialização destas exigências, bem como as conquistas e avanços conseguidos, apenas são possíveis com a união de todos os trabalhadores em torno do seu sindicato, fortalecendo assim a luta nos locais de trabalho.
Unidos somos mais fortes. Sindicaliza-te hoje! Contacta o teu dirigente/delegado sindical ou em www.stal.pt/aderir.

É preciso continuar a luta pela defesa do Poder Local Democrático, dos serviços públicos e das funções sociais do Estado. Por uma política alternativa que garanta a valorização do trabalho e dos trabalhadores, e o desenvolvimento económico e social do País.

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