Por seu lado, Fátima Amaral, da Direcção Nacional do STAL e do Conselho Geral da ADSE, lembra que a Frente Comum reivindica o retorno aos 1,5% de contribuição vigente antes do período da Troika, defendendo que “os 3,5% que os trabalhadores e pensionistas descontam é um esforço demasiado elevado”, e acrescentou, ainda, que “os descontos que financiam a ADSE não só garantem a sua sustentabilidade, como permitem a redução das contribuições dos beneficiários”.
A continuação da luta dos trabalhadores da Administração Pública prossegue no próximo dia 20, com a entrega da Proposta Reivindicativa Comum para 2022 ao novo governo PS.
