Trata-se de uma jornada de luta pelo direito à igualdade, pelo progresso e pela paz, assim como de denúncia dos problemas, de afirmação, de força e unidade das mulheres na defesa e conquista dos seus direitos, às quais o STAL se associa e irá marcar presença, destacando que as mulheres (sobretudo as mais jovens) são particularmente afectadas pela precariedade e discriminação salarial, por horários de trabalho longos e desregulamentados, pelo assédio e são ainda penalizadas pela maternidade.
O STAL reafirma, ainda, a importância deste conjunto de iniciativas, num momento em que se assiste a um agravamento brutal das condições de vida e laborais dos trabalhadores – homens e mulheres –, patente no aumento da precariedade e da exploração, na manutenção de salários, pensões e reformas de miséria, no aumento incomportável dos preços de bens e serviços essenciais a uma vida digna; momento este em que largos sectores do Povo estão a ser empurrados para a pobreza e para a exclusão.
