Para o STAL, esta posição contraria a posição da SEAP nas negociações com os sindicatos e constitui uma grosseira ofensa à dignidade dos trabalhadores, sendo gritante a injustiça que lhe está subjacente.
Isto significaria que esses trabalhadores teriam uma progressão de 3,58 euro, recebendo 25% desde janeiro corrente, ou seja, menos de 90 cêntimos, facto que deveria fazer corar de vergonha os autores de tão execrável interpretação!
O STAL reafirma que os trabalhadores que estão numa posição intermédia, que tem de ser considerada virtual em face da formatação real da TRU por via das actualizações do salário mínimo, têm o direito de progredir, no mínimo, para a 4.ª posição, € 635,07, e exige que o governo assuma com clareza esta posição.
