Àquele lema, a FSM acrescenta a luta pela semana de trabalho de 35 horas (sete horas por dia, cinco dias por semana), pela negociação colectiva, em defesa das liberdades sindicais e democráticas, manifestando ainda solidariedade com o povo da Palestina.
A Federação salienta a necessidade de eliminar as causas que originam as privatizações no sector da saúde, assim como a redução de despesas na segurança social e na protecção no desemprego.
«Não há nenhuma outra razão para existir pobreza, guerras imperialistas, destruição do meio ambiente, exploração capitalista, privatização do património e outros recursos públicos, desmantelamento de hospitais e do sistema educativo – a não ser a avidez implacável do grande capital para maximizar os seus lucros, com a cumplicidade dos governos que os apoiam, causando sofrimento, carências, carestia de vida e poluição do ambiente», afirma-se no apelo da FSM.
«Quase todos os governos neoconservadores e sociais-democratas tomam numerosas decisões duras e hostis contra os trabalhadores. Em consequência, o movimento sindical de classe do mundo inteiro deve coordenar a sua acção e agir em conformidade com os interesses da classe operária. O movimento sindical de classe e as suas propostas podem oferecer uma outra saída, uma outra solução, uma outra via a seguir», afirma a concluir o apelo da FSM.
