O texto considera «inaceitável» a privatização da EGF (Empresa Geral de Fomento), tendo em conta que se trata de uma «empresa rentável com lucros acumulados nos últimos três anos de 62 milhões de euros, que presta serviços a cerca de 63 por cento da população, empregando mais de dois mil trabalhadores, movimentando anualmente cerca de 170 milhões de euros e possuindo um património avaliado em cerca de mil milhões de euros, tecnologia avançada e trabalhadores qualificados».
