Trabalhadores da EGF/Mota-Engil em luta

Decorridos mais de nove meses após a privatização da EGF, mantêm-se as medidas implementadas nestes últimos anos com o objectivo de liquidar direitos dos trabalhadores, desvalorizar o trabalho, reduzir as condições de segurança no trabalho e aumentar a carga laboral.

Na acção, promovida pelo SITE-SUL e o STAL, os trabalhadores condenam os baixos salários, congelados desde 2009, o incumprimento dos Acordos de Empresa em vigor na Amarsul e na Valorsul e denunciam a postura anti-negocial da Mota-Engil que se recusa a responder às propostas dos sindicatos.

Recorde-se que a EGF foi vendida ao consórcio liderado pela Suma, empresa do grupo Mota-Engil, num processo alvo de forte contestação por parte de autarcas, trabalhadores e populações, que acusaram o anterior governo PSD/CDS de criar um monopólio privado de resíduos sem paralelo na Europa, com gravíssimas consequências e perigos para a saúde pública e o ambiente.

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