Privatização da EGF só interessa ao capital

 

Trata-se pois de uma privatização concebida para favorecer exclusivamente os interesses privados, ao ponto de o Governo impedir os municípios de comprarem as acções detidas pela EGF e de participarem no processo de alienação, apesar das posições que as autarquias detêm enquanto accionistas e fornecedores dos sistemas de resíduos.

Uma privatização que, além do Governo e dos grupos económicos interessados, mais ninguém quer, pois, tal como outras privatizações comprovam, lesará gravemente os interesses do país, dos municípios e conduzirá mais cedo que tarde à degradação da qualidade dos serviços, ao aumento de preços e à perda de postos de trabalho.

O STAL continuará a mobilizar os trabalhadores e as populações e a apoiar os municípios na exigência de manter a EGF na esfera pública, garantindo uma política de resíduos que sirva os interesse das populações, a defesa dos postos de trabalho, o equilíbrio ambiental, e não o lucro.

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