PROFISSIONAIS DAS ASSOCIAÇÕES HUMANITÁRIAS DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

140718 Com14 BombeirosRegulamentarCarreiras-web O STAL sempre se bateu e continuará a bater-se pela regulamentação das condições de trabalho dos profissionais ao serviço das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários.

A protecção e socorro das populações é uma missão em grande parte assegurada pelas mais de quatro centenas de Associações Humanitárias de Bombeiro Voluntários existentes no País.

Os profissionais ao seu serviço desempenham um papel decisivo no funcionamento destas associações, mas os seus direitos continuam a ser desprezados.

Sendo bombeiros profissionais de facto, este estatuto nunca foi reconhecido a estes trabalhadores, que são claramente discriminados em relação a outras profissões.

Há mais de duas décadas que o STAL luta pela correcção desta gritante injustiça, mas os sucessivos governos, que parecem lembrar-se dos bombeiros só na época de incêndios, além de promessas vagas, nunca concretizaram as propostas do Sindicato de regulamentação da carreira.

O STAL tem-se batido igualmente pela resolução do problema do financiamento das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, muitas das quais estão em risco de fechar por falta de recursos financeiros.

As autarquias, elas próprias cada vez mais sujeitas ao garrote financeiro do Governo, na maior parte dos casos não podem responder às necessidades das AHBV.

Por isso, o Governo tem de assumir o financiamento da protecção civil (ainda que em detrimento das ajudas à banca privada), em particular das AHBV – instituições indispensáveis à segurança e apoio às populações.

O STAL exige que o Governo contemple já no próximo Orçamento do Estado as verbas necessárias ao bom funcionamento das AHBV e à manutenção de milhares de postos de trabalho.

O Sindicato luta pela garantia de emprego estável com direitos, pelo direito à carreira e a salários dignos, defendendo a instituição imediata de um salário no sector nunca inferior a 550 euros.

O STAL defende ainda um sistema de formação permanente, bem como o fornecimento de fardamento e equipamento de protecção adequado, que permita uma acção eficaz.

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