GRANDE VITÓRIA DOS TRABALHADORES!
Vale a pena lutar! Esta foi uma grande conquista da luta organizada, da unidade e da coragem de quem trabalha.
O "pacote laboral" do governo PSD-CDS e dos patrões era a maior ofensiva das últimas décadas contra os direitos dos trabalhadores. Sob a capa de falsas modernizações e supostas melhorias do mercado de trabalho, escondia-se uma ofensiva contra direitos conquistados após décadas de luta: mais precariedade, menos protecção no emprego e social, enfraquecimento da contratação colectiva e da liberdade sindical, maior poder para os patrões e mais dificuldades para quem depende do seu trabalho para viver.
Mas a determinação, combatividade e persistência dos trabalhadores, apoiados pelo STAL/CGTP-IN, derrotou o “pacote laboral” e isolou o governo PSD-CDS e a IL de tal maneira que obrigou o CH a fazer o que nunca quis (por ter propostas convergentes com o governo no ataque aos trabalhadores), que foi votar contra!
O “PACOTE LABORAL” FOI DERROTADO, MAS A VIDA CONTINUA DIFÍCIL.
A LUTA É PARA CONTINUAR!
SER SINDICALIZADO É ESSENCIAL!
Para teres mais poder de negociação na defesa e na conquista de direitos, maior proteção no trabalho e força colectiva. A unidade e forte mobilização dos trabalhadores são essenciais para garantir melhores salários, emprego com direitos, respeito pela contratação colectiva, horários justos e condições de trabalho que garantam uma vida digna. E o papel dos sindicatos de classe, como o STAL, é fundamental na defesa intransigente dos direitos e dos interesses dos trabalhadores.
BASTA DE EXPLORAÇÃO E DESIGUALDADES!
O governo PSD-CDS, com o apoio e “aplauso” de outras estruturas sindicais, impõe um programa de empobrecimento até 2029, recusando negociar com a Frente Comum e bloqueando as reivindicações dos trabalhadores. A “Proposta Reivindicativa Comum” para 2026 inclui 73 medidas de valorização dos trabalhadores e dos Serviços Públicos, cujas prioridades são:
- Aumento intercalar de todos os salários na Administração Pública;
- Subsídio de refeição de 12 €;
- Correcção real da TRU/Tabela Salarial;
- Reposição e valorização de todas as carreiras e profissões;
- Revogação do SIADAP;
- Reversão do caminho de destruição dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado;
- Reposição/atribuição do vínculo de nomeação definitiva.
A estas reivindicações, o STAL soma as específicas da Administração Local e do sector empresarial:
- SPI abrangente e com o valor actualizado, e a inclusão do factor Risco;
- Regulamentação das Profissões de Desgaste Rápido;
- Suplemento de Disponibilidade e Piquete;
- 35H semanais, sem adaptabilidade, para todos os trabalhadores;
- Reposição integral do direito à indemnização por acidente de trabalho e/ou doença profissional.