Trabalhadores da Administração Pública “chumbam” políticas do Governo!

AF Saudação A3 Greve.Manif.Frente 1 min d2ff5 GRANDE ADESÃO À GREVE NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E À MANIFESTAÇÃO DA CGTP-IN

A elevada participação dos trabalhadores da Administração Local e Regional nas duas grandes jornadas de luta deste mês de Novembro – a Greve Nacional da Administração Pública convocada pela Frente Comum, no dia 12; e a Manifestação Nacional da CGTP-IN, no dia 20 – são a expressão da sua firme oposição às políticas do Governo, que depois de “chumbadas” no Parlamento, voltaram a ser “chumbadas” na rua e nos locais de trabalho por todo o País, onde os trabalhadores reafirmaram a forte determinação em defesa das exigências que constam da Proposta Reivindicativa Comum para 2022.

A Direcção Nacional do STAL saúda, calorosamente, as centenas de activistas, delegados e dirigentes sindicais e os milhares de trabalhadores dos mais diversificados sectores das autarquias locais, os quais, mesmo nas difíceis condições que atravessam, souberam transformar a Greve Nacional de dia 12 numa poderosa jornada de protesto e de luta, demonstrando, assim, a sua grande confiança nas estruturas do Movimento Sindical Unitário, e em particular no STAL, Sindicato com provas dadas na defesa intransigente dos legítimos interesses dos trabalhadores de todo o universo de serviços da Administração Local e Regional.

Também a grandiosa Manifestação Nacional de dia 20, promovida pela CGTP-IN sob o mote “Avançar É Preciso!”, contou com a empenhada presença de milhares de trabalhadores das autarquias locais, que assim juntaram a sua voz às dos milhares de participantes na iniciativa que, confrontados com os problemas, exigem soluções, não aceitam retrocessos, têm propostas e querem avançar!

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NÃO CRUZAMOS OS BRAÇOS!

Tendo em conta o actual quadro político e a forte determinação revelada pelos trabalhadores na defesa dos seus direitos e das suas exigências, estas duas grandes acções de protesto ganham ainda maior importância ao reafirmar que os trabalhadores recusam-se a cruzar os braços e não abdicam de exigir resposta à Proposta Reivindicativa Comum para 2022, apresentada pela Frente Comum ao Governo, mostrando-se unidos e mobilizados para prosseguir a Luta pela valorização do seu trabalho, por mais direitos, pelo fim da precariedade e melhores salários, que dignifiquem o trabalho e a vida de quem trabalha.

 

A LUTA VAI CONTINUAR!

Nos locais de trabalho e nas ruas, seja no âmbito de acções específicas promovidas pelo STAL, seja no plano das acções de luta promovidas pela Frente Comum e pela CGTP, a luta dos trabalhadores vai continuar pelos avanços nos seus direitos e pela concretização das suas reivindicações, designadamente o aumento de 90€ para todos; salário mínimo de 850€; correcção da Tabela Remuneratória Única; subsídio de refeição de 7,50 euros; revogação do SIADAP; criação e regulamentação do Suplemento de Insalubridade, Penosidade e Risco; erradicação da precariedade; direito à contratação colectiva; e a reposição das contribuições para a ADSE para 1,5% sobre 12 meses.

A materialização destas exigências, bem como as conquistas e avanços conseguidos, apenas são possíveis com a união de todos os trabalhadores em torno do seu sindicato, fortalecendo assim a luta nos locais de trabalho.
Unidos somos mais fortes. Sindicaliza-te hoje! Contacta o teu dirigente/delegado sindical ou em www.stal.pt/aderir.

É preciso continuar a luta pela defesa do Poder Local Democrático, dos serviços públicos e das funções sociais do Estado. Por uma política alternativa que garanta a valorização do trabalho e dos trabalhadores, e o desenvolvimento económico e social do País.