Trabalhadores da Administração Local rejeitam empobrecer a trabalhar

311569739 523063259829604 7629823778643686767 n 76b08GREVE NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO DIA 18 DE NOVEMBRO

O STAL marcou forte presença nas duas manifestações da CGTP-IN (em Lisboa e no Porto) realizadas no passado sábado, demonstrando que os trabalhadores da Administração Local não aceitam mais empobrecer a trabalhar. E a luta por condições de vida e de trabalho dignas, melhores salários e mais direitos prossegue já no dia 27, com o plenário da Frente Comum junto da Assembleia da República, e a 18 de Novembro, com a Greve Nacional.

Esta jornada de luta nacional promovida pela CGTP-IN juntou milhares de trabalhadores de vários sectores de todo o País, que exigem o aumento imediato dos salários e das pensões, e rejeitam a política de baixos salários do governo PS, que insiste em ignorar os graves problemas da população face à constante subida do custo de vida e a uma crescente taxa de inflação que atingiu os 9,3% em Setembro, a maior dos últimos 30 anos!

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Num quadro de agravamento significativo das condições de vida e de trabalho no nosso país, ao mesmo tempo que se assiste a uma degradação dos Serviços Públicos sem paralelo nos últimos anos, os trabalhadores da Administração Pública exigem uma resposta imediata ao Governo que reverta esta situação difícil.

Nesse sentido, a Proposta Reivindicativa Comum para 2023, apresentada pela Frente Comum e já entregue ao Governo, elenca um conjunto de medidas fundamentais para repor o poder de compra perdido nos últimos 13 anos, nomeadamente o aumento geral dos salários (de 10%, num mínimo de 100€ para todos os trabalhadores); o aumento do salário mínimo na Administração Pública para 850€; o aumento do subsídio de refeição para 9€; a valorização das carreiras profissionais; a correcção da TRU; e a revogação do SIADAP; assim como o reforço das Funções Sociais do Estado.

A luta dos trabalhadores da Administração Pública vai continuar na defesa de melhores condições de vida, melhores salários e mais direitos já no dia 27 de Outubro, com o plenário dos sindicatos da Frente Comum junto da Assembleia da República, e a 18 de Novembro, com a Greve Nacional de 24 horas.