Administração Pública

  • A luta vai continuar!

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    PELOS DIREITOS E VALORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

     O STAL rejeita o ataque aos direitos dos trabalhadores da Administração Pública, e em particular os da Administração Local, e a política de empobrecimento que o governo PS lhes quer impor! Reafirma a necessidade de resposta aos problemas com que estes se confrontam, sublinha a justeza da Proposta Reivindicativa Comum para 2023 apresentada pela Frente Comum, e exige a sua negociação efectiva, no sentido de reverter o actual caminho, garantindo o reforço dos direitos e das legítimas expectativas de melhores condições de vida e laborais dos trabalhadores.

  • Alteração das remunerações para 2023

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    As medidas contidas no OE2023 são de uma gritante injustiça e muito insuficientes, não respondendo aos problemas concretos dos trabalhadores a que se soma a obsessão do governo PS por “contas certas” que conduzem ao empobrecimento de trabalhadores, reformados e pensionistas; à precariedade, que afecta sobretudo os jovens; e à degradação das condições de trabalho dos trabalhadores da Administração Pública.

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  • É urgente reforçar os direitos e os serviços públicos

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    O STAL rejeita o ataque aos direitos dos trabalhadores e a política de empobrecimento que o governo PS quer impor, e reafirma a necessidade de resposta aos problemas com que estes se confrontam, sublinha a justeza da Proposta Reivindicativa Comum para 2023, apresentada pela Frente Comum, e exige a sua negociação efectiva, no sentido de reverter o actual caminho, garantindo o reforço dos direitos e das legítimas expectativas de melhores condições de vida e laborais dos trabalhadores.

  • Frente Comum brinda primeiro ministro com “Janeiras da Luta”

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    Dirigentes, delegados e activistas do STAL marcaram presença, neste final de tarde (quinta, 5), numa iniciativa de protesto promovida pela Frente Comum e que juntou mais de meia centena de dirigentes e activistas sindicais em frente à residência oficial do Primeiro Ministro, em Lisboa.

    Esta acção de luta teve como objectivo assinalar a entrada em 2023, ano que – em face ao Orçamento do Estado aprovado e das opções políticas do governo PS – voltará a ser marcado pela redução do poder de compra dos trabalhadores da Administração Pública e pelo agravamento da degradação de Serviços Públicos.

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